É, estou botando fé numa coisa nova que há de vir. Entendeu? Estou procurando mudanças, o ritmo aqui andava meio parado, mas sempre quando retorno é um prazer escrever. Só Deus sabe!
O ponto principal desse texto é para dizer para vocês repararem na estrutura visual desse mesmo texto. Sabe o motivo? Estou terminando um curso de Webwriting, ele está servindo para constatar algumas coisas que eu já tinha percebido, como escrever com poucas linhas por parágrafo e o fato de a leitura no computador ser 25 % lenta e angustiante.
Eu já tentava separar o conteúdo, mas as vezes a formatação do blog "dava pau", de repente eu que não sabia usar direito (vamos ver se agora dá certo).
Além desse curso de webwriting, fui para Belo Horizonte fazer um curso de Redação Publicitária, para dar um levante nos conhecimentos. Viagem ótima, ótima companhia. Beleza... mas era muita gente feia no mesmo lugar. Me desculpa os mineiros, claro que tem gente bonita, na turma do curso tinha umas meninas bem bonitas.
Será que o problema é que fiquei hospedada no centro da cidade? Se lá for como aqui no Rio, o centro é o lugar onde circulam todos os tipos de pessoas.
Mas isso não importa tanto, o que importa é que a comida é muito boa MESMO, o queijo, o feijão, tudo. E as pessoas também ótimas.
E os Museus? Maravilha mesmo. O de Artes e Ofício é muito bom, ele é cortado pela linha do trêm que funciona até hoje. Aprendi lá como é feito o queijo artesanal, tecelaria até tratamento de couro. É lindo, no google é possível visitar esse museu, pois é! Incrível, não? Tem um site para fazer visita online.
E ahhh, antes que eu esqueça. Fui também em Vespasiano, terra do goleiro Bruno, lembra? rsrs Indo para lá existe um prédio suspenso, é a cidade administrativa. Coisa do Niemeyer mesmo. Bonito. A Igreja sa Pampulha feita por ele também é bem legal, e lá tem jacaré solto. Doideira.
Esqueci de dizer que sou apaixonaaaaada por Minas Gerais, família de lá. Setembro Ouro Preto lá vou eu.
Por fim, é mais ou menos isso. Vou almoçar.
De volta ao deleite.
Abraços!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Sei lá... últimamente, diante das poucas palavras, apenas digo: Fez sol hoje. Durante as águas de março que estão fechando com categoria o nosso pequeno fevereiro. Que aliás, fevereiro é pequeno mas (caramba!) tudo acontece nele... tudo não, mas entre janeiro e fevereiro digamos que nós, brasileiros, bombamos. Bombamos que nem o sol hoje. Darei uma volta, aproveitarei já que é isso que me resta ;)
Até mais.
Até mais.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Salve, salve rapaziada.
Como tudo na vida é preciso recomeçar outra vez, sim, redundância, recomeçar outra vez porque é necessário recomeçar várias vezes. Bem simples, não?
Como quando recomeço na vida, recomeço no blog outra vez. Viver recomeçando, esperamos o dia em que em nada seja preciso recomeçar, mas sim continuar, manter.
Salve a todos que conseguem manter, sabios!
Um dia a gente chaga lá... É o que realmente esperamos.
Como quando recomeço na vida, recomeço no blog outra vez. Viver recomeçando, esperamos o dia em que em nada seja preciso recomeçar, mas sim continuar, manter.
Salve a todos que conseguem manter, sabios!
Um dia a gente chaga lá... É o que realmente esperamos.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
[Sem título]
Eu ia postar uma poesia de Vinicius de Moraes, "A Volta da Mulher Morena" (recomendo que leiam, tem em vários sites), mas algo aconteceu com meu computador que não consegui copiar textos da internet. Então, resolvi postar um texto que eu escrevi. O achei escondido num lugar que só mesmo fazendo uma limpa eu acharia. "Entonce", lá vai:
[A saudade. Quantas saudades acumuladas. Quantas saudades a gente acumula pela vida.
A saudade emergencial, aquela que é relâmpago, olha e não vê mais. Deixa aquela sensação de reencontro breve que acontecerá, ou não. Quem sabe?
Aquela saudade que a gente se acostuma, mesmo que na marra. Mas o que se pode contra? Tem coisa que escolhe a gente. Sem chance de segunda chance.
Aquela saudade que nem volta mais, apaga, nem sabe que sente mais, e acaba achando que o desencontro era mesmo o caminho a ser percorrido. O destino.
Ai que saudade, que dor.
A saudade do que nunca teve, pelo menos de vez em quando teve. Saudade daquilo que te pertence mesmo que contra a sua vontade, é o sangue que berra.
A saudade daquele que deixou a última imagem, o último suspiro de vida e que nada vai acalentar o veredito da ordem natural. Só o acalanto, a lembrança.
Aliás, a lembrança é o anestésico da dor. Há quem goste de sentir dor, ou mesmo existe aquela dor gostosa pela qual a gente não consegue viver sem.
Ai a saudade, que saudade de você. Volta logo.
Você é uma saudade que me faz lembrar de outras saudades. Mas não dói.]
Não me lembro bem, mas acho que esse texto foi escrito quando encontrei meu pai. Não tenho certeza... Também não sei a data, mas é antiguinho. hahaha
Acho que resolvi postá-lo porque estou sentindo um certo tipo de saudade, não por ele... mas é a saudade da vez!
Deleitem-seeeeeeeee ;*
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Encanto das 6
Saiu de casa procurando o que fazer, sabe? Se Divertir, a frase certa seria se distrair (ou distrair-se, como queira ler...) e encontrou num domingo de sol tudo que não queria ver, coisas como: cimento, shopping, contas e etc.
Sem muito êxito, andou pela rua com um destino certo: ver um pouco de natureza e algum vento no cabelo. Achou que nessa hora o seu mp3 era o melhor companheiro, aliás, essencial. Caminhando pela orla viu um Laranja ofuscante feito marca texto, não tinha se dado conta de que eram 5 e meia da tarde e bem na sua cara estava a Barca já na partida. Entrou, e lá de cima presenciou um por do sol dos mais lindos que já tinha visto. De lá da metade do céu o sol em menos de 5 minutos escondeu na montanha produzindo um leve tom de roxo.
Sentou na poltrona e não imaginou que o acaso aprontaria mais detalhes. Foi aí que viu ao aportar da Barca a luz azul de um prédio grande acender lentamente, nunca pensou como seriam acesas aquelas luzes, não pensou que seria tão interessante essa minucia. Viu sempre aquelas luzes já acessas e nunca parou para pensar no processo até tudo estar aceso. Desceu da Barca e viu no exato momento as luzes da estação acenderem todas ao mesmo tempo. Aquilo chamou, intimemente, tanta atenção que desandou a pensar que tudo aconteceu entre 5:30 e 6 horas da tarde. Essa hora tornou-se claramente o limiar entre a vida das pessoas, percebeu que nessa hora o que era claro tornou-se escuro e o escuro cheio de luz, mesmo que artificial. Reparou que as 6 os que saíram voltam pra casa e os que estão saindo voltam as 6 da manhã do dia seguinte. Pensou que sempre as 6 o brilho da cidade muda, o clima muda, o transito muda, você muda e no decorrer desses pensamentos percebeu que tudo isso é por, de certa forma, um padrão numérico criado por alguém que inventou as horas. Sentiu um incomodo por dar conta de que tudo é padronizado, mas sentiu na mesma hora um alívio por perceber que se não fosse esse padrão a natureza pura e simples não daria esse prazer de perceber os detalhes que somente as 6 da tarde é possível perceber.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
.
É uma mistura de impaciência, com saudade, com tristeza, com remorso, com desejos não correspondidos... E o que mais??? Esse "mais" é muita coisa. É muita coisa esse texto que é inteiramente pessoal, tão pessoal quanto não deveria ser. Fazer o que??? Quando vem na cabeça a vontade de escrever é assim que tem que ser, sem medida. Me entrego, to entregando tudo aqui.
São poucos mas profundos e amargos os dias que venho sentindo a solidão. O dia passa exatamente por cada dia, a hora EXATAMENTE por cada hora, me fazendo sentir de-va-ga-ri-nho a sensação gelada aqui por dentro...
Andei buscando demais e acabei perdendo demais. Ou nunca tive??? Foi tudo imaginação??? Não, acho que não. O turbilhão vai passar e a consciência está tranquila por saber que foi feito tudo que poderia naquela hora... E o que não poderia??? Bem, o que não poderia também foi feito e agora está aqui o resultado. Embora pareça tudo perdido, a sensação de querer e acreditar nesse querer é mais forte que eu.
Agora haja paciência, e a contruirei para saber utiliza-la para todo o sempre. Deus esteja comigo. [Pedindo interiormente: Esteja comigo, Deus. Por favor].
Todo esse texto é para questão de força, para bem viver os dias que virão... Com o destino que Deus quiser.
Uma vez que choro eis alí mais uma vez que me fortaleço...
Espero é a palavra certa... Espero.
"Chora, desfarça e chora
Ó triste senhora, todo pranto tem hora
Aproveita a voz do lamento que já vem a auroooora
A pessoa que tanto querias, antes mesmo de raiar o dia, deixou o ensaio por outra
Ó triste senhora".
Eu te amo.
São poucos mas profundos e amargos os dias que venho sentindo a solidão. O dia passa exatamente por cada dia, a hora EXATAMENTE por cada hora, me fazendo sentir de-va-ga-ri-nho a sensação gelada aqui por dentro...
Andei buscando demais e acabei perdendo demais. Ou nunca tive??? Foi tudo imaginação??? Não, acho que não. O turbilhão vai passar e a consciência está tranquila por saber que foi feito tudo que poderia naquela hora... E o que não poderia??? Bem, o que não poderia também foi feito e agora está aqui o resultado. Embora pareça tudo perdido, a sensação de querer e acreditar nesse querer é mais forte que eu.
Agora haja paciência, e a contruirei para saber utiliza-la para todo o sempre. Deus esteja comigo. [Pedindo interiormente: Esteja comigo, Deus. Por favor].
Todo esse texto é para questão de força, para bem viver os dias que virão... Com o destino que Deus quiser.
Uma vez que choro eis alí mais uma vez que me fortaleço...
Espero é a palavra certa... Espero.
"Chora, desfarça e chora
Ó triste senhora, todo pranto tem hora
Aproveita a voz do lamento que já vem a auroooora
A pessoa que tanto querias, antes mesmo de raiar o dia, deixou o ensaio por outra
Ó triste senhora".
Eu te amo.
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